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Vozes de mulheres Amerindias nas literaturas brasileira e quebequense

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Olivieri-Godet, Rita, Vozes de mulheres Amerindias nas literaturas brasileira e quebequense, Edições Makunaima, Rio de Janeiro, 2020

Rita Olivieri-Godet é Doutora em Teoria literária e literatura comparada pela USP, com pós-doutorado em literatura comparada na Université Paris 10 e professora titular de literatura brasileira da Université Rennes 2-França, promovida a membro senior do Institut Universitaire de France na seleção dos laureados de 2013. Membro da equipe ERIMIT-Equipe de Recherches Interlangues “Mémoires, Territoires et Identités”, possui vários artigos e livros publicados na Europa, no Brasil e no Canadá dentre os quais se destacam: A alteridade ameríndia na ficção contemporânea das Américas (Fino Traço, BH, 2013); Viva o povo brasileiro: a ficção de uma nação plural (É Realizações, SP, 2014); Ecrire l’espace des Amériques: représentations littéraires et voix de femmes amérindiennes (Peter Lang, NY, 2019). 

"As vozes das mulheres ameríndias são evocadas através das escritoras brasileiras Eliane Potiguara e Graça Graúna e das quebequenses Naomi Fontaine e Natasha Kanapé Fontaine. Mais uma vez Rita Olivieri-Godet aborda a questão das territorialidades já que essas autoras, tanto em sua vida pessoal quanto em suas obras, estão em trânsito, real ou imaginário, entre suas aldeias originais e as cidades em que vivem e trabalham. A angústia de tantas perdas das mulheres ameríndias, duplamente marginalizadas em sociedades patriarcais e racistas, está estampada nos belos textos produzidos como atos de transgressão."

Eurídice Figueiredo, UFF - Universidade Federal Fluminense, Pesquisadora do CNPq

"Os estudos consagrados à americanidade ameríndia, por razões facilmente compreensíveis, produziram sobretudo um discurso de destruição, de declínio, de morte e de desespero, o que explica o lugar importante ocupado pela memória. Mas aqui, a autora tem o cuidado de destacar, nas obras que ela analisa, as formas de ressurgência da produção cultural (principalmente nas artes e nas letras) e as iniciativas de “reconstrução” no seio de diversas comunidades autóctones."

Gérard Bouchard, UQAC - Université du Québec à Chicoutimi

 

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Dernière mise à jour le 05/06/2020 - 11:54